quinta-feira, 30 de maio de 2013

Água Fora do Sistema Solar

Em 2011, um grupo de cientistas representantes de diversas instituições e nacionalidades encontraram, por meio de análise de imagens obtidas por telescópio, a presença de vapor d’água na atmosfera de um exoplaneta situado há cerca de 60 anos-luz da Terra. O termo exoplaneta refere-se a um planeta que está fora ao sistema solar.
Desde que as pesquisas a respeito de exoplanetas foram iniciadas, os cientistas já suspeitavam da existência de água nesses planetas. O estudo foi chefiado por Giovanna Tinetti, integrante da  Agência Espacial Européia , e publicado na revista Nature. A pesquisa também teve a participação de estudiosos da Universidade de Harvard, EUA, e de países França, Taiwan e Reino Unido.
Por meio desse estudo, foi a primeira vez que se detectou vapor de água num exoplaneta em grande quantidade. As imagens foram recolhidas pelo telescópio espacial infravermelho Spitzer.
Além de vestígios de águas, há moléculas de água dominante na atmosfera. Esse exoplaneta é conhecido como HD 189733b, é um corpo que possui uma inclinação em sua órbita e brilha pouco perante sua estrela por transitar em frente à mesma.
Nesse estudo, os cientistas utilizaram uma técnica particular, realizaram suas observações quando o planeta transitava diante da estrela e não por meio de a ocultação do planeta por parte da estrela para estudar a emissão na região infra-vermelha do espectro. A diferença de tamanho que o planeta expõe ao telescópio corresponde a um grau de maior ou menor absorção por parte da molécula de água.
Tradicionalmente, a possibilidade de existência de vida inteligente e biológica fora do planeta Terra sempre esteve atrelada à existência de água em outros planetas, tendo como similaridade a existência de vida idêntica à humana. Em nosso sistema solar, apesar de Marte apresentar determinada quantidade de água congelada  e em forma de vapor, não há a presença de vida, portanto, a existência de água num determinado planeta pode não significar a existência de vida.
Em Marte, a presença de água sólida e gasosa numa superfície 150 vezes menor do que na Terra, sugere que já houve vida biológica no planeta num passado remoto. O meteorito ALH84001 que veio de Marte, apresenta restos de minerais que os cientistas ainda não conseguiram identificar se seriam restos de nanobactérias, compostos orgânicos simples ou elementos da própria Terra que contaminaram o material encontrado.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Prova do OBA Olimpiada Brasileira de Astronomia

Olaaaaaaaaaaaaa pessoalllllll!!!!!!! Acho que chegou o momento que todos esperavam!ou eu esperava!

Bom é o seguinte amanha tem prova do OBA Olimpiada Brasileira de Astronomia,Eu to querendo mostrar a vocês a prova do OBA só q no meu pc nao quer entrar!


Vou continuar tentando entrar no site só que esta dando erro!



Daui a pouco eu volto com mais noticias!

quinta-feira, 7 de março de 2013

ANDROMEDA(galaxia)

Formadas por muitas estrelas, poeira cósmica e outros objetos que interagem gravitacionalmente, as Galáxias são agrupamentos desses corpos no universo. A Galáxia de Andrômeda possui formato espiral e sua localização é de 2,54 milhões de anos-luz do Planeta Terra, sua posição é próxima da Constelação de Andrômeda. Segundos pesquisadores e cientistas, é tida como a mais próxima da Via Láctea.
É assim chamada, de Andrômeda, devido a proximidade da Constelação de Andrômeda, cujo termo é oriundo da Princesa da mitologia Andrômedafilha de Cefeu (Rei da Etiópia e da Cassiopéia). Sua extensão é a maior de todas as outras galáxias do chamado Grupo Local (composto pela Galáxia do Triângulo, Via Láctea e mais 30 de pequena dimensão). A massa da Galáxia de Andrômeda é praticamente a mesma da nossa, possuindo  7.1×1011  massas solares (massa solar = massa do nosso Sol, o que equivale a 332.946 Terras).
É um dos astros mais brilhantes e chamativos, com uma magnitude aparente de 3,4, registrado pelo astrônomo francês Charles Messier. Possui ainda de 180 a 220 mil anos-luz de diâmetro. Dentre as principais características, podemos citar que seu corpo celeste é muito estudado e possibilita enormes descobertas científicas, como a estrutura espiral e os conglomerados abertos, a matéria interestelar, o núcleo galáctico, a poeira interestelar entre outras formas impossíveis de serem detectadas na nossa Galáxia.
A Galáxia de Andrômeda foi catalogada como M31 no catálogo Messier, e no NGC 224 (Novo Catálogo Geral), em Outubro do ano de 1786, por John Herschel.
Com um diâmetro de 250 mil anos-luz, tem o dobro do tamanho da Via Láctea.
Muitos estudiosos relatam que a Galáxia de Andrômeda terá seu fim próximo, pois com o passar dos anos a Via Láctea e a Galáxia de Andrômeda se aproximam e possivelmente, entrarão em rota de colisão. Esta previsão é prevista para acontecer na mesma época do fim do Sol, em aproximadamente 4 bilhões de anos